Diogo, por que você só escreve sobre música gringa?

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Frank Ocean, o Miles Davis do modern R&B

Pergunta fundamental para a história da humanidade.

Bom, é bem simples. Amo a música brasileira, considero-a, como crítico amador e até este meu estágio da vida (bem como bastante tendenciosamente), como a mais rica do planeta.

Sou apaixonado por Milton, Dorival, Egberto, Hermeto, Caetano, Chico, Paralamas, Olívia Byington, Nenê Batera e muitos muitos outros.

O que acontece é uma questão de fase. Curitiba, claro, ajuda imensamente nisso, pois respira rock.

(Uma parte considerável dos piás de prédio daqui não tem onde botar dinheiro, daí deixam a barba crescer, fazem quatrocentos e vinte e três micro tatuagens bastante caras ao longo do corpo, compram uma moto, bebem chopp gourmet e assistem séries. Rock não ouvem muito, mas têm camisas do Pantera, bandas skinhead (algumas não-nazistas), Nirvana, Ramones ou ainda Genesis, Skid Row,  Ghost BC. É brincadeira, mas é verdade.)

Portanto tudo pode mudar e acho que vai mudando, especialmente depois de álbuns cavalares que tão me atropelando como “A mulher do fim do mundo” da Elza Soares. Isso é que é metal.

Por ora, vou refletindo também sobre um grave preconceito esquizofrênico que muito acomete parte da alma verde amarela que é o de não entender nada sobre pop, rock fora do clichê ou enquanto arte e outras vertentes internacionais.

Música em inglês mesmo e porque não pensar ou tentar pensar de verdade sobre isso?

Beijo. Liga-me.

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